Prefeitura esclarece morte de Orlando Moço na UPA por covid-19

A Secretaria de Saúde de Olímpia esclarece que o taxista Orlando Moço, de 76 anos, que faleceu hoje (24) na UPA, por complicações da Covid-19 “encontrava-se internado na unidade intubado, com o auxílio de respirador e com todo o aparato necessário de atendimento”.
Segundo a nota, desde a sua entrada na UPA, foi solicitada vaga de transferência do paciente para um hospital, mas a mesma ainda não havia sido liberada, tendo em vista que as internações hospitalares dependem da Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (CROSS), cuja responsabilidade é do Governo do Estado.
“Cabe ressaltar que os pacientes internados na UPA de Olímpia não estão desassistidos, recebendo todo atendimento médico especializado para o tratamento da doença”, ressalta a nota da Saúde.
Por fim, acrescenta que “a sobrecarga do sistema de saúde é um problema enfrentado em todo o país e que, diante disso, o município tem ampliado a estrutura local, tendo aumentado de 2 para 15 os leitos de UTI Covid na Santa Casa (+650%) e de 8 para 20 os leitos de enfermaria (+150%), além de realizado diversos investimentos para ampliação da capacidade da UPA e a implantação do Gripário para atendimento diário de síndromes gripais”.
Por fim, nesta semana Olímpia estará recebendo mais quatro respiradores para a UPA e implantando mais cinco novos leitos de UTI Covid na Santa Casa.













