Olímpia está na contramão do emprego no primeiro semestre de 2020, principalmente por causa da pandemia causada pelo novo coronavírus, a SARS-COV2 (Covid-19). Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). Entre admissões e demissões de janeiro a junho deste ano, Olímpia está com saldo negativo de 395 trabalhadores fora de seus postos. O Brasil registrou, no período, 1,2 milhão de desempregados.

O Caged é a geração das estatísticas do emprego formal por meio de informações captadas dos sistemas eSocial, Caged e Empregador Web.

O balanço foi de 3.104 demissões contra 2.709 admissões no primeiro semestre na Estância Turística de Olímpia. Janeiro começou com 547 admissões e apenas 468 demissões; e as admissões foram crescentes até março (fevereiro, 535 admissões contra 463 demissões; e março, 778 admissões contra 647 demissões, já antevendo a pandemia). Em abril, iniciam-se os saldos negativos do desemprego em Olímpia, com 394 admissões, mas demitindo 645 empregados; maio, 223 admissões contra 525 demissões; e, finalmente, junho, com 232 admissões e 356 demissões.

No mesmo período do ano passado, Olímpia registrava saldo positivo de 492 empregos em carteira ainda ativos, ou seja, 3.031 admitidos contra 2.539 demitidos. Ou seja, a queda no emprego na cidade foi de -180%:

No quadro abaixo, o CAGED revela que, em Olímpia, que os setores que mais desempregaram no primeiro semestre deste ano foram Serviços (-597), Comércio (-122) e Construção (-106).

E, nesse perfil, os homens foram os que mais foram admitidos e, também, demitidos:

 

 

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