Dados divulgados pela secretaria de Saúde da Estância Turística de Olímpia, por meio da Vigilância Epidemiológica, nesta semana, apontam que das 10 primeiras vacinas que as crianças devem receber durante os primeiros 15 meses de vida, quatro delas estão abaixo da meta de vacinação estipulada pelo Ministério da Saúde, que é de 95%.

As doses, que fazem parte do calendário vacinal, são oferecidas gratuitamente pelo SUS, em todas as Unidades Básicas de Saúde do município e auxiliam na prevenção de diversas doenças e no combate à mortalidade infantil. Mesmo assim, muitos pais deixam de levar as crianças para tomar as doses.

Segundo o setor, de janeiro a junho deste ano, as vacinas BCG (97,97%); Pneumocócica (menor de um ano – 102,97%); Meningocócica (99,53%); Rotavírus Humano (98,90%) Tríplice Viral – D1 (110,17%); Pneumocócica (um ano – 100,16%) alcançaram a meta estipulada pelo Ministério da Saúde.

Porém, o alerta do setor decorre das vacinas que não alcançaram este patamar e podem causar sérios e permanentes danos à saúde.

Entre as vacinas menos aplicadas em crianças, a de menor procura é de Poliomielite. A doença, que teve seu último caso registrado no país em 1989 e não circulação de póliovirus selvagem desde 1990, tem índice de imunização no município de 90,14%.

Além da vacina da pólio, Olímpia também registra que a imunização da Varicela (86,7%); Hepatite A (88,89%) e Pentavalente (menor de um ano – 90,14%) estão abaixo da meta estipulada.

Para alertar e conscientizar a população, a secretaria de Saúde segue orientando nas Unidades Básicas de Saúde sobre os perigos de não vacinar e como uma simples dose pode evitar danos futuros.

Para o secretário de Saúde, Marcos Roberto Pagliuco, por mais que a realidade seja nacional, o município desempenha todos os trabalhos possíveis para imunizar as crianças.

“Quem já pensou nas consequências de não vacinar o seu filho? Quem pensa que tais doenças nunca serão contraídas? É com esta preocupação que a atual administração trabalha, empenhada em evitar que as crianças sejam expostas a alguns vírus e impedir que doenças erradicadas voltem ao país. Todas nossas salas de vacina têm as doses e os nossos profissionais estão lá para orientar e tirar dúvidas que surgem”, destaca Marcos.

Em caso de dúvidas sobre vacinas, a Saúde orienta que o morador procure a UBS mais próxima com a caderneta de vacinação. Caso não a possua o documento, é necessário comparecer à unidade que costuma receber as doses.

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