DA REDAÇÃO — Com cerca de 160 pessoas cumprindo penas alternativas na região, Olímpia promoveu uma reunião no Tribunal do Júri para ampliar a rede de instituições que acolhem prestadores de serviço à comunidade. O encontro foi organizado pela Central de Penas e Medidas Alternativas (CPMA) e reuniu representantes da Justiça, Prefeitura e entidades de seis municípios da comarca.
Durante o encontro, foram discutidas formas de aumentar o número de vagas disponíveis em instituições públicas e privadas para pessoas condenadas por crimes de menor gravidade. A medida visa evitar o encarceramento e promover a ressocialização por meio de atividades úteis à comunidade.

Participaram da reunião o juiz da Vara Criminal de Olímpia, Matheus Lucatto de Campos, a secretária municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Edna Marques da Silva, além de representantes de igrejas, entidades assistenciais, órgãos públicos e instituições de Olímpia, Altair, Guaraci, Severínia, Cajobi, Embaúba e distritos vizinhos.
O juiz explicou como funciona a pena alternativa, que substitui a prisão por prestação de serviços, e falou também sobre as chamadas penas pecuniárias — valores pagos por sentenciados e destinados a projetos sociais, com prioridade para ações voltadas a crianças e idosos.
A Prefeitura de Olímpia mantém uma equipe técnica com assistente social e estagiário, responsável por acompanhar os prestadores e organizar os relatórios exigidos pela Justiça, por meio de convênio com a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado.

As instituições presentes receberam orientações sobre o cadastro para se tornarem parceiras da CPMA, além de modelos de documentos como ficha de encaminhamento, folha de frequência e relatório de visita.
A secretária Edna Marques destacou o compromisso da administração municipal com a iniciativa, reforçando a importância social das penas alternativas e o impacto positivo que geram para quem cumpre a pena e para a comunidade.








































