O prefeito Fernando Cunha concedeu entrevista exclusiva ao Diário no final da tarde de ontem (30), a última do ano e de seu primeiro mandato, em seu gabinete executivo. O âncora do Diário, Leonardo Concon, fez diversos questionamentos, onde o prefeito pode fazer um balanço de 2020 e de todo o seu mandato.

Fernando assinala prioridades e metas para 2021 e os anos seguintes de seu mandato (até 2024), revela em primeira mão investimentos e projetos inéditos, como ‘a revolução que pretende fazer na autarquia Prodem’, a parceria público-privada para tirar a CPFL do comando da energia elétrica e, ao mesmo tempo, renovando toda a iluminação da cidade, um possível pedágio na vicinal Natal Breda para diminuir o fluxo de caminhões que fogem do pedágio de outras rodovias da região, e investimentos na Saúde, Educação, Segurança e Assistência Social, os pilares básicos, segundo ele, para uma boa gestão pública.

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Ele revela, também em primeira mão, que o calçadão da área central da cidade não deverá atingir a Rua São João, mas sim a David de Oliveira com a nova praça que receberá melhorias (uma concha acústica e um coreto) idealizadas pelo renomado arquiteto Ruy Ohtake, interligando tudo em uma só obra totalmente remodelada.

Por outro lado, a troca da iluminação pública de toda a cidade, retirando da CPFL o comando do abastecimento elétrico através de uma parceria público privada.

A ‘revolução na Prodem’ que não poderá mais, por força da lei, servir de empreiteira de mão-de-obra, focando seus serviços no trânsito e outros pontos. Para o Daemo, autarquia que cuida do abastecimento de água e esgoto, ele disse que será uma nova gestão e mudanças serão anunciadas em breve.

Quanto à pandemia, ele lamenta as decisões do governador João Dória, que prejudicam o comércio e, em especial, o Turismo, mola-mestre do desenvolvimento econômico da Estância Turística, fechando parques justamente no final do ano. “Consegui segurar os parques abertos em 40% no Natal, mas, infelizmente, não consegui até o momento para o Ano Novo, entrei com medida liminar, mas parece que eles (juízes) têm uma resposta pronta para tudo e negam, ameaçando com Ação Civil de Improbidade Administrativa. Pagar a multa de R$ 50 mil por dia, três dias, não é nada perto do prejuízo da cidade, mas e o processo de Ação Civil?”, disse o prefeito.

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