Barretos e Olímpia receberam neste final de semana 29 respiradores, entre fixos e móveis utilizados em transporte, provenientes de ação do governo do Estado de São Paulo. A conquista dos aparelhos foi intermediada pelo deputado federal, Geninho Zuliani (DEM/SP), que tem sido o interlocutor entre o Estado e direções regionais de saúde sobre as demandas específicas de cada região.

A primeira entrega, que contou com a presença do prefeito de Bebedouro e presidente do Codevar, Fernando Galvão, do secretário executivo do Codevar, Vitor Borges e do representante da instituição, Marcos, ocorreu no sábado (20), em Barretos.

Foram 16 respiradores que serão utilizados pelo Hospital de Amor Nossa Senhora, que é  referência para o atendimento a pacientes positivos com coronavírus em toda a região administrativa.

Também foram entregues à Direção Regional de Saúde, responsável por 18 municípios, outros oito aparelhos móveis, que serão distribuídos, conforme necessidade regional.

“Essa demanda local resultou de um balanço evidenciado pela vereadora Paula Oliveira Lemos, que tem acompanhado dia a dia a situação no município, a qual inclusive tem se agravado nas últimas semanas, com um aumento no número de casos e vítimas em estado grave”, frisou Geninho.

A região de Barretos começou na fase amarela, dentro do projeto de flexibilização do Estado, mas devido ao crescimento de ocorrências e óbitos, foi reclassificada como fase vermelha, tendo vários serviços restritos.

A segunda entrega ocorreu em Olímpia, sendo acompanhada pelo prefeito de Olímpia, Fernando Cunha e vice-prefeito, Fábio Martinez, que também é diretor da Santa Casa do município.

A instituição recebeu cinco respiradores, reforçando o número de UTIs na cidade, que também é responsável por atender a microrregião.

“Temos trabalhado intensamente para reforço da estrutura dos hospitais referência no interior paulista. Há algumas semanas, o pico de casos estava na capital, mas tem a doença tem se alastrado em nossa região, as reuniões com os responsáveis pelas regionais de saúde têm sido frequentes para mapear as necessidades e levar ao governo do Estado”, frisa Geninho.

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