DA REDAÇÃO — Cerca de 60 mulheres participaram, na tarde de segunda-feira (9), de um encontro dedicado aos cuidados com a saúde pélvica em Olímpia.

A atividade integrou a programação do Dia Internacional da Mulher e reuniu participantes com idades entre 30 e 92 anos para orientações sobre prevenção, bem-estar e qualidade de vida, no Instituto Vivace.

O encontro contou com palestra da fisioterapeuta pélvica Talita Teixeira, de São José do Rio Preto, que apresentou informações sobre o funcionamento da musculatura pélvica, sinais de alerta e formas de cuidado ao longo das diferentes fases da vida feminina.

Durante a atividade, as participantes também puderam esclarecer dúvidas.

Informação e prevenção

A proposta do encontro foi ampliar o acesso a informações sobre saúde feminina, tema que ainda gera dúvidas entre muitas pacientes.

As orientações abordaram desde hábitos que ajudam a preservar a musculatura pélvica até a importância de buscar acompanhamento profissional quando surgem sintomas ou desconfortos.

O público acompanhou a apresentação de forma participativa, com perguntas e relatos sobre situações do cotidiano relacionadas à saúde da mulher.

Atuação do Instituto Vivace

O encontro foi promovido pelo Instituto Vivace, centro especializado no tratamento de dores crônicas e doenças reumáticas em Olímpia.

A unidade é coordenada pela fisioterapeuta Letícia Cavagna e reúne equipe multidisciplinar voltada ao acompanhamento de pacientes que convivem com dores persistentes.

O trabalho inclui atendimentos personalizados nas áreas de fisioterapia, nutrição e psicologia, além de atividades de treinamento funcional voltadas à melhora da mobilidade e da qualidade de vida.

O objetivo do instituto é oferecer tratamento e orientação contínua aos pacientes, com foco no controle da dor e na manutenção da autonomia nas atividades do dia a dia.

O que é saúde pélvica e por que cuidar

A saúde pélvica está relacionada ao bom funcionamento dos músculos, ligamentos e órgãos localizados na região inferior do abdômen, conhecida como assoalho pélvico. Segundo a fisioterapeuta convidada, essa estrutura sustenta órgãos como bexiga, útero e intestino, além de participar de funções importantes do corpo, como controle urinário e intestinal, postura e atividade sexual.

Alterações nessa musculatura podem ocorrer ao longo da vida, especialmente após gestação, com o envelhecimento ou em razão de hábitos e condições de saúde.

A especialista Talita Teixeira ressaltou que o fortalecimento do assoalho pélvico contribui para melhorar a estabilidade corporal e a qualidade de vida, além de reduzir o risco de complicações que, em alguns casos, podem exigir intervenções mais complexas.


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