DA REDAÇÃO — A vacinação contra a dengue foi ampliada em Olímpia para pessoas com 59 anos e trabalhadores da saúde das redes pública e privada. Atualmente, há 534 notificações da doença na cidade, este ano. Desse total, 113 casos foram confirmados, 413 descartados e oito seguem em investigação.
A ampliação começou nesta segunda-feira (4) e inclui a aplicação da vacina Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto Butantan. O imunizante é aplicado em dose única e oferece proteção contra os quatro sorotipos da dengue.
A medida busca ampliar a cobertura vacinal entre grupos considerados mais expostos ao risco de infecção e reduzir a pressão sobre o sistema de saúde durante períodos de maior circulação do vírus.

Vacina está disponível em todas as UBSs
A imunização é gratuita e pode ser realizada em qualquer Unidade Básica de Saúde de Olímpia e dos distritos, além do Ambulatório de Referência e Especialidades (ARE/Postão).
O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h. Algumas unidades mantêm horário ampliado até 19h30, como a UBS Dona Dalva Fernandes Moreda Ayusso, no Jardim Paulista, com funcionamento diário em período estendido. Já a UBS Dr. Waldomiro Paiva Luz, na Cohab I e II, e a ESF Dr. Francisco Figueiredo Filho, no Jardim São José, atendem até mais tarde de segunda a quinta-feira.
Para receber a vacina, é necessário apresentar documento oficial com foto e carteira de vacinação.

Estudos apontam proteção prolongada
Dados divulgados em estudos clínicos realizados no Brasil indicam que a vacina do Instituto Butantan pode garantir proteção por pelo menos cinco anos com apenas uma dose.
Os resultados apontam redução significativa no risco de formas graves da doença, incluindo internações.
Adolescentes seguem recebendo Qdenga
Além da ampliação para novos públicos, Olímpia mantém a vacinação de adolescentes entre 10 e 14 anos com o imunizante Qdenga, aplicado em duas doses com intervalo de três meses.

Em nota ao Diário, a Secretaria de Saúde alerta que “a eficácia da proteção depende do cumprimento completo do esquema vacinal”.
A Saúde também reforça “a necessidade de manter medidas de combate ao mosquito Aedes aegypti, como eliminação de recipientes com água parada e limpeza de quintais e terrenos”.










































