A Prefeitura de Olímpia e a autarquia Daemo Ambiental iniciaram, nesta semana, as obras para a ampliação do abastecimento de água do município. A primeira fase da obra foi a perfuração do poço profundo que vai abastecer a Estação de Tratamento de Água (ETA). Agora, nesta fase, entram em obras a conclusão da ETA, rede adutora e de distribuição, Estação Elevatória e novos reservatórios.

Futura ETA, bairro CECAP

A obra é uma prioridade do governo local, já que, desde o início da atual gestão, o prefeito Fernando Cunha identificou que “mais da metade do abastecimento da cidade era feito por pequenos poços” e que, “na época de seca, sofria com a estiagem e corria risco de desabastecimento”. Agora, o método adotado, da perfuração do poço profundo, é considerado seguro, pois a fonte de abastecimento virá do Aquífero Guarani.

Nesta segunda fase, será implantada uma nova rede de distribuição, que irá iniciar atrás da APAE (CECAP) e seguirá até as Cohab I e II, abastecendo todos os reservatórios e substituindo os poços existentes. Outra linha segue pela Avenida Mário Vieira Marcondes e conecta com as águas do Centro até a Rua São João. Também serão instalados dois reservatórios na ETA, com capacidade de armazenamento de 6 milhões de litros, sendo um de 4,5 milhões e outro de 1,5 milhão.

A empresa responsável pelas obras é a Rodoserv Engenharia Ltda, que já está com as equipes nos canteiros de obras, sendo duas equipes trabalhando na adutora, com escavação e assentamento da tubulação. Já outra equipe está trabalhando na estação elevatória e construção da base da torre de resfriamento.

A primeira fase do projeto foi a conclusão do novo poço profundo, entregue em julho, que tem profundidade de 1.100 metros e produz 330 metros cúbicos de água por hora. A água produzida vem do Aquífero Guarani, que é uma grande fonte subterrânea de água potável, a 48 graus Celsius. “O Aquífero Guarani é um grande depósito de água quente que tem no subsolo, nessa parte do Brasil e também em um pedaço da Argentina, Paraguai e Uruguai. É uma grande fonte de água potável pura sobre a qual nós estamos morando e, hoje, é usada unicamente para recreação. Neste poço fizemos todas as análises e nossa água é alcalina, com pH de 9,7, ideal para o bom funcionamento do organismo e traz muitos outros benefícios para a saúde”, disse o prefeito Fernando Cunha.

Para a conclusão de todas as fases do projeto, serão investidos quase R$ 17 milhões, sendo R$ 13,5 milhões de recursos viabilizados pelo Ministério das Cidades, após grandes esforços do prefeito em conquistar a liberação com as autoridades políticas federais, e mais R$ 3,5 milhões de contrapartida da Prefeitura.

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