G1 / Fotos Leonardo Concon — Aos 76 anos, o colunista social e jornalista Nenê Homsi morreu na madrugada desta segunda-feira (26), no Hospital de Base (HB) de São José do Rio Preto. Segundo informações de amigos, ele passou mal durante um evento que cobria no último sábado (24) e foi levado para o HB.

Nenê Homsi, de azul, com casal Piton (E), casal Alcântara e a diretora do Diário Lau Concon
Nenê Homsi, de azul, com casal Piton (E), casal Alcântara e a diretora do Diário Lau Concon
Nenê e o seu famoso microfone
Nenê e o seu famoso microfone

Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ele teve uma parada cardiorrespiratória. O velório será a partir do meio-dia e o enterro está marcado para às 17h, no Cemitério da Ressureição, na Vila Ercília.

Ele estava com diverticulite e aguardava o resultado de exames. Rio-pretense, filho de libaneses, Homsi completaria 77 anos no próximo dia 7 de outubro. Amigos e familiares se manifestaram com pesar nas redes sociais.

O colunista e amigo de Nenê, Waldner Lui, escreveu: “Meu Deus, que notícia triste acabo de receber. Perdi meu irmão. Tive a notícia que o Nenê Homsi acaba de falecer.Que Deus o receba de braços abertos, como ele merece! Meu Deus, fiquei sem uma perna, minha alma pequena, não sei o que escrever. Meu grande amigo e companheiro! Vá em paz, Nenê!”

Nenê Homsi com Lui
Nenê Homsi com Lui

O jornalista Paulo Becknetter também lamentou a morte do amigo e se expressou por meio das redes sociais: “É com muito pesar que acabo de saber que Nene Homsi faleceu na manhã desta segunda-feira (26). Estive com ele no sábado, quando passou mal durante evento da Faceres, na UBS do Bairro Santo Antônio, e pude ainda lhe dizer algumas palavras de apoio. Como acredito que a morte não existe, apenas desejo-lhe uma recepção cheia de festa no Plano Espiritual. Festa, esta que foi a grande válvula de impulsão deste ser tão querido. Siga em paz, Nenê!”

Casal Rodrigues com o colunista Nenê
Casal Rodrigues com o colunista Nenê

A jornalista social Malu Rodrigues postou em sua rede social: “Vai com Deus, irmão! A gente te amava muito e você sabia disto. No sábado pela manhã, quando perguntei se tinha melhorado, você disse que estava com dor. Fomos embora do evento, sem saber que aquilo era uma despedida. Não vamos mais ver sua bondade nos eventos, aquele cara inteligente, cheio de histórias, que nunca fez mal a uma mosca. Talvez seja por isto que você foi tão cedo. Deus leva os melhores sempre mais cedo, os puros de coração. A sua marca vai perdurar na história da imprensa regional, você fez a diferença. Descanse em PAZ”.

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