O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, divulgou na sexta-feira, dia 27, as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros. Em 1º de julho de 2021, a população do Brasil chegou a 213,3 milhões de habitantes. O município de São Paulo continua sendo o mais populoso, com 12,4 milhões de habitantes. Com Espaço Livre AM

A Estância Turística de Olímpia agregou no ano de 2021, contados até 1º de julho passado, 347 novos habitantes, e hoje somos no total 55.477 habitantes, contra os 55.130 contados até 30 de junho. Em dez anos, a Estância teve um crescimento populacional na casa dos 10.9%, já que em 2021 éramos 50.024 habitantes.

Na microrregião de Olímpia, Severínia foi a cidade que mais registrou novos habitantes dentro desta estimativa 2021 do IBGE.  Dos 17.661 moradores registrados no último levantamento, de 2020, agora a cidade possui 17.820, ou seja, mais 159 habitantes.

Em seguida vem Guaraci, que passou dos 11.287 moradores até 30 de junho, para 11.382 agora, ou mais 95 habitantes. Cajobi também ganhou habitantes, 53 mais exatamente, saltando a população dos 10.596 para 10.649. Por último vem Altair, com seus 25 novos moradores, passando a ter uma população 4.211 pessoas, contra as 4.186 que tinha até então.

São Paulo segue como o estado mais populoso, com 46,6 milhões de habitantes, concentrando 21,9% da população total do país, seguido de Minas Gerais (21,4 milhões de habitantes) e do Rio de Janeiro (17,5 milhões de habitantes). A região metropolitana de São Paulo continua sendo a mais populosa do país, com 22,04 milhões de habitantes.

As estimativas populacionais municipais são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos.

As populações dos municípios foram estimadas por procedimento matemático e são o resultado da distribuição das populações dos estados, projetadas por métodos demográficos, entre seus diversos municípios.

O método baseia-se na projeção da população estadual e na tendência de crescimento dos municípios, delineada pelas populações municipais captadas nos dois últimos Censos Demográficos (2000 e 2010) e ajustadas. As estimativas municipais também incorporam alterações de limites territoriais municipais ocorridas após 2010.

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