Durante todo o ano, a Prefeitura de Olímpia tem desenvolvido constante trabalho de combate ao Aedes aegypti e, resultado disso, têm sido os baixos índices de infestação do mosquito no município.

O fato é comprovado pelo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), divulgado recentemente pela secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, que aponta que a cidade apresenta apenas 0,2% de imóveis com infestação, número bastante positivo.

De acordo com o relatório, é considerado satisfatório o índice em até 1%. De 1% a 3,9%, já passa a ser estado de alerta e, acima de 4% de imóveis infestados, a situação da cidade é considerada de risco. Nos levantamentos realizados em janeiro e julho, o município também apresentou bons índices com 0% e 0,3% de infestação, respectivamente.

Para manter a doença controlada e conter a proliferação, influenciando assim na baixa incidência de casos de dengue, o município realiza todos os dias a visitação casa a casa. Segundo dados da Vigilância Epidemiológica, já foram realizadas quase 90 mil visitas a imóveis, considerando o trabalho dos agentes de controle de vetores e agentes comunitários. Na ação, os profissionais realizam busca ativa para eliminação de criadouros e orientam a população sobre a importância de manter os quintais limpos e evitar recipientes que possam acumular água.

Além disso, a cidade promove a investigação e o bloqueio na região que registrar caso positivo da doença, bem como a nebulização. Neste ano, já foram registrados cerca de 70 mil bloqueios em imóveis e 50 mil nebulizações.

Outra medida adotada para manter o bom desempenho contra a dengue são as ações de limpeza e mutirões. Durante, este ano, considerando o Cidade Limpa, projeto desenvolvido em parceria com a TV TEM, e as limpezas nos bairros, cerca de 500 caminhões de entulhos já foram recolhidos em todas as regiões da cidade. Nesta semana, por exemplo, as equipes estão percorrendo as ruas do bairro São José.

De acordo com a secretaria de Saúde, também foram intensificadas as orientações à população e a conscientização sobre os riscos de outras doenças causadas pelo Aedes, como a zika e chikungunya, incentivando a eliminação de criadouros.

Para o secretário de Saúde, Marcos Pagliuco, o combate à dengue deve ser continuo e precisa da contribuição de todos. “A Saúde segue com um trabalho diário, tanto de controle da doença quanto de conscientização dos moradores. Registramos cerca de 3.500 casos este ano, com incidência maior no começo do ano e agora estamos com a situação mais controlada, mas sabemos que a principal forma de evitar o avanço da doença é com a eliminação de criadouros. Por isso, sempre ressaltamos que cada cidadão tem um papel fundamental nesta luta”, explica Marcos.

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