DA REDAÇÃO — A recuperação da camada de ozônio, resultado do banimento dos CFCs em escala global, é citada pela Tereos Açúcar & Energia Brasil como exemplo de que a cooperação científica pode gerar avanços concretos para o meio ambiente. No Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio, a companhia destacou suas iniciativas de transição energética e redução de emissões.

A Tereos foi a primeira empresa do setor sucroenergético a ter suas metas de descarbonização validadas pela Science Based Targets initiative (SBTi). O compromisso prevê a redução de 50% das emissões industriais (escopos 1 e 2) e de 36% das emissões agrícolas e de escopo 3 até a safra 2032/33.

Compromisso com metas globais

“Nosso compromisso com a descarbonização é permanente e respaldado por metas claras. Ter isso validado por uma organização global reforça nossa responsabilidade com o clima e com as futuras gerações”, afirmou Felipe Mendes, diretor de sustentabilidade, novos negócios e relações institucionais da Tereos.

Ações no transporte e no campo

Na frota de transporte, a empresa tem substituído gradualmente veículos movidos a combustíveis fósseis por modelos abastecidos com etanol. A medida busca reduzir a pegada de carbono da logística e acelerar a transição energética.

Na agricultura, a companhia aposta na agricultura regenerativa. O uso de insumos biológicos, como inoculantes e defensivos à base de microrganismos, além de agentes biológicos para controle de pragas, está no centro das práticas. A Tereos também investe em pesquisas para fertilizantes de menor emissão e em iniciativas de economia circular.

Sustentabilidade como estratégia

Segundo Mendes, a descarbonização não é apenas uma meta ambiental, mas uma estratégia que une inovação, produtividade e responsabilidade. “Com modernização, agricultura regenerativa e energia limpa, caminhamos para continuar reduzindo as nossas emissões e seguir cultivando um futuro sustentável”, completou.