DA REDAÇÃO — A Polícia Civil investiga a morte de Ednilson Pereira, de 51 anos, conhecido como Badaró, encontrado sem vida dentro de uma residência em Olímpia na tarde desta quarta-feira (22). O caso foi registrado como morte suspeita e encontro de cadáver, diante das dúvidas sobre as circunstâncias do óbito.
A Polícia Militar foi acionada pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) por volta das 15h44. Ao chegar ao imóvel, a equipe conversou com uma vizinha, que afirmou que o corpo havia sido encontrado pelo companheiro de Ednilson, conhecido apenas pelo apelido de “Maranhão”.
Segundo o relato apresentado à polícia, após encontrar a vítima, o homem teria dito que procuraria a mãe de Ednilson para avisá-la. Ele deixou o imóvel e não havia retornado até o atendimento da ocorrência.
Os policiais encontraram a residência bastante desorganizada, com objetos espalhados pelo chão e uma porta quebrada. Ednilson estava caído de costas em um corredor entre o quarto e o banheiro, com uma corda envolvendo o pescoço. A outra extremidade permanecia amarrada a um caibro do telhado.
De acordo com o registro policial, o corpo já apresentava rigidez cadavérica, ausência de sinais vitais e odor. O Corpo de Bombeiros também esteve no local.
Nenhum documento de identificação foi inicialmente localizado na casa. Uma irmã da vítima compareceu posteriormente e apresentou a documentação que permitiu confirmar a identidade de Ednilson.
A ocorrência foi classificada como morte suspeita porque os elementos encontrados no imóvel não permitiram estabelecer, naquele momento, se houve suicídio ou outra causa para o óbito. Não havia definição oficial sobre a dinâmica da morte até o registro do caso.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Barretos. Os exames periciais deverão auxiliar na determinação da causa da morte e na apuração das circunstâncias em que ela ocorreu.
Policiais realizaram diligências para localizar o companheiro da vítima e colher informações sobre os momentos anteriores ao óbito. O registro não o aponta como suspeito de crime.








































