O prefeito Fernando Cunha, de Olímpia, cumpriu a palavra que havia dado ao reitor da UNIESP, Fernando Costa Pinto, de que não deixaria os alunos da ex-FAER, hoje “Faculdade de Olímpia”, sem salas de aula para completarem o ano letivo, uma vez que, por conta de despejo judicial por desacordo no valor do aluguel do prédio, essa era a ameaça prestes a se concretizar.

O anúncio do local só não ocorreu antes porque o prefeito buscou a melhor solução jurídica, segundo informam os seus assessores, uma vez que a UNIESP, mantenedora da Faculdade, é de caráter privado.

O prefeito faria o anúncio nesta segunda-feira (24), no Diário de Olímpia, ‘ao vivo’ nas redes sociais, e à noite na Câmara Municipal, após aprovação do Termo de Concessão de Uso, mas a sanha legislativa em assumir a paternidade de algo que já estava certo desde o mês passado, foi mais forte, vazando antes. 

O Diário, então, deu a notícia ‘ao vivo’ na sexta-feira à tarde (21), data em que Fernando Cunha assinou o projeto de lei do referido “Termo de Permissão de Uso das dependências de duas escolas municipais com a UNIESP S/A”.

Essas escolas são: EMEBs Professor Maurício César Alves Pereira e Santo Seno, no período noturno, até o dia 31 de dezembro deste ano.

Agora, é aguardar o cumprimento de outra promessa do polêmico reitor da UNIESP: a construção de uma nova ‘Faculdade de Olímpia’, em terreno que ele já teria adquirido, segundo foi divulgado, por R$ 5 milhões, inclusive trazendo para a cidade, também, a extensão da Universidade Brasil, com mais cursos universitários.

 

 

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