A 5ª Promotoria de Justiça de Olímpia, através do promotor Rodrigo Pereira dos Reis, se manifestou nesta quarta-feira (5) pela liberdade do bombeiro Cláudio Jorge de Azevedo Assis, popular Baiano, mesmo comprovado por câmeras, e confessado, ter incendiado dolosamente (por intenção) a sede da Folha da Região e residência da família do jornalista José Antonio Arantes, na madrugada dia 17 de março passado. Agora, a decisão do incendiário ficar, ou não, livre, depende da Vara Criminal.

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Assim, o bombeiro incendiário, como ficou conhecido pelo País, sofrerá duas únicas restrições, pelo menos durante os próximos 30 dias (não mais, segundo o promotor), até que o delegado titular Marcelo Pupo de Paula conclua o inquérito: se manter afastado da residência e do jornalista, e seus familiares, a pelo menos 50 metros; e ficar recluso em sua residência apenas no período noturno.

O promotor Rodrigo Pereira dos Reis justifica a medida pela necessidade de averiguar, através do inquérito policial, que teve o prazo de conclusão por mais 30 dias, se há mais mandantes através do crime doloso do bombeiro incendiário, que também sofre ação administrativa através da Prefeitura Municipal, da qual recebia os seus honorários.

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