A Santa Casa de Misericórdia de Olímpia, com 90% de ocupação dos leitos de UTI nesta quinta-feira (21), dia em que foi aplicada a primeira vacina contra a Covid-19 na cidade, recebe neste mesmo dia um fôlego para pagamento das despesas: foi publicado hoje no Diário Oficial do Estado (DOE) ‘um fôlego’ de mais três meses do governo do Estado.

“Continuamos mantendo, mesmo na baixa da pandemia, época atrás, o ativo durante todo o ano: 10 leitos UTI, cinco suporte ventilatório e 10 leitos de enfermaria para Covid”, disse o provedor Luiz Alberto Zaccarelli em entrevista exclusiva ao Diário na manhã de hoje, após comemorar o primeiro dia de vacina, começando pelos profissionais de Saúde, como “histórico e de esperança”.

O provedor disse que a Santa Casa se mantém, não graças ao governo federal, “que não nos repassou os recursos necessários de acordo com o número de leitos, nos retirando cinco leitos de UTI o que nos deu um déficit orçamentário grande”, mas sim ao prefeito Fernando Cunha que, segundo ele, “nos socorreu no final do ano, fechando as contas e não permitindo que desativássemos leitos e serviços”.

Deputado Geninho Zuliani também interveio em favor de verbas estaduais para a Santa Casa

E, aproveitou para dar a ‘boa notícia’: “Também graças à Prefeitura, e ao deputado federal Geninho Zuliani, foi publicado hoje no Diário Oficial do Estado, a extensão de mais três meses de manutenção, pelo governo do Estado, deixo bem claro, do atendimento à Covid-19 pela Santa Casa, com recursos advindos do Fundo Estadual da Saúde, o que agradeço em nome da direção, dos funcionários e da população que tanto precisa, ainda mais em um momento de aumento de casos, e assim vamos manter a forma como sempre atendemos aqui, com muita qualidade”.

Ouvido também pelo Diário, o deputado federal Geninho Zuliani (DEM) disse que “a Santa Casa sempre foi a nossa prioridade, desde quando fomos prefeito por duas gestões, e agora mais do que nunca, aproveitando a boa vontade do governador João Dória em não desamparar, principalmente os paulistas, em uma hora de pandemia. O hospital ganha um fôlego de três meses e, até lá, tomara, os números possam estar bem menores desse terrível mal”.

 

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